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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

A VIDA SECRETA DAS ÁRVORES.

 


Uma das coisas que mais me chamou a atenção é que o livro está nlista de mais vendidos do The New York Times, com mais de 1 milhão de livros vendidos. É muito bom quando vemos livros que atingem esse patamar principalmente de cientistas ou filósofos. Neste caso de um cientista: Peter Wohlleben,engenheiro florestal e divulgador científico alemão, conhecido por suas obras populares sobre temas ecológicos.

 

Este é um livro que abre a mente para o conceito de ecologia, da vida (bio) e também de sustentabilidade, principalmente quando passamos a pensar na extensão da vida e na noção do tempo. Em comparação à vida humana, em média, as árvores vivem até 10 vezes mais, o que reforça a ideia que plantar árvores e/ou preservar as existentes amplia a consciência de nossa relação com as gerações futuras, já que são essas que irão conviver com árvores adultas, de mais de cem anos de vida. Eu que tenho escrito bastante sobre o Slow e longevidade, principalmente Slow design, o ritmo da natureza e das árvores em especial nos ensina muito.

 

Aliás, a educação familiar é uma das felizes descobertas que a leitura me trouxe.

 

“Uma boa educação é garantia de uma vida longa, mas às vezes a paciência das mudas se esgota.”Wohlleben pág. 37.




Se entendermos que esse aprendizado se dá através da seleção e transmissão de informações entre as árvores é possível passar a acreditar que estas informações podem ser repassadas através de suas raízes que mantém contato no subsolo com outras árvores da família, ou não, e com milhares de seres vivos que ali habitam (especialmente fungos) e que são invisíveis para nós, motivo pelo qual nem paramos para pensar em sua existência, como o próprio autor cita temos mais conhecimento sobre o espaço e a superfície lunar, do que os nossos subsolos ou fundo dos oceanos.

 

Esta de rede de conexões que se dá pelas raízes está sendo estudada pela ciência com mais profundidade.  


“ciência já fala da existência de uma 'wood wide web" que permeia as florestas. As pesquisas sobre quais e quantas informações são trocadas ainda estão no início. O que já se sabe é que os fungos seguem uma estratégia, calcada na intermediação e no equilíbrio, que às vezes põe em contato diferentes espécies de árvores, mesmo que sejam concorrentes.”pág. 16.




O texto é simples e acessível o que incentiva a leitura, principalmente a humildade do autor ao citar seus erros e de outros cientistas, não delegando o fardo das extinções apenas aos exploradores de florestas. Apesar de ter dedicado sua carreira na floresta da Alemanha, e por isso os exemplos se baseiam em dados desta floresta, tem citação ao Brasil, expandindo o conceito ecológico a uma consciência planetária, mais obvia agora com esta rede de conexões e informações.


“Também descobriram que o processo inteiro é interrompido quando as florestas costeiras são desmatadas. É como se alguém removesse os tubos de sucção de

água de uma bomba elétrica. No Brasil, as consequências já começaram a surgir: o nível de umidade da Floresta Amazônica está cada vez mais baixo. A Europa Central, a cerca de 600 quilômetros da costa, ainda faz parte da área de alcance da bomba de

sucção, e felizmente ainda existem florestas na região, apesar de sua área já ter diminuído bastante.”pág. 98.






Leitura imprescindível, para arquitetos, designers e paisagistas, e para todos aqueles que moram um algum país que tenha sua origem em árvores, como por acaso o Brasil, Terra Brasilis, terra dos Pau-Brasil, ou a árvores em brasa, queimando vermelhas.

 



Pense de novo. O poder de saber o que você não sabe.

 


O novo livro de ADAM GRANT, editora Sextante, 2021, trata sobre a capacidade de repensar e desaprender em um mundo em que as mudanças ocorrem de forma rápida, e perceber que muito do que conhecemos e entendíamos como certo já não mais da mesma forma. Para isso é necessário treinar nosso olhar e ter o cérebro aberto a repensar nossos conceitos, adotando uma postura científica frente às informações, ou seja, observar e ouvir de forma científica. Para isso, procurar fontes mais confiáveis, outras opiniões, estar preparado a ser questionado, o que Grant chama de modo cientista, propondo duvidar do que sabe, ter curiosidade a respeito do que não sabemos e atualizar nossas opiniões frente a novos dados.

 

Nada mais adequado aos tempos que estamos vivendo de pandemia de Covid, politização e radicalização dos mais diversos temas, e um caminho bom para isso é ter humildade.

 

“O conceito de humildade costuma ser mal compreendido; não significa baixa autoestima. Uma das raízes latinas de humildade significa "da terra". Humildade é, portanto, ser pé no chão: reconhecer que temos defeitos e somos falhos.”pág 53.



Enquanto a humildade nos abre a possibilidade de aprender coisas novas a arrogância nos cega e nos faz crer que não é necessário repensar nossos conceitos.

 

Um outro ponto importante na visão do autor, que coincide com muitas pesquisas que realizei e está no título de meu novo livro, é a importância da colaboração e faz parte do coletivo.

 

“Repensar não é apenas uma habilidade individual. É uma capacidade coletiva, que depende muito das práticas de uma organização.”pág. 205





O exemplo apresentado da NASA nos demonstra como mesmo corporações de excelência precisam repensar métodos, procedimentos e conceitos. Talvez até por esse motivo, de terem alcançado altos níveis de excelência, acha uma acomodação no status da inteligência, e assim, mais uma vez as corporações precisam estar preparadas para este novo mundo de mudanças constantes e rápidas, por isso não adianta apenas mudar a cultura empresarial e sim, se preparar para desenvolver uma cultura corporativa de mudanças.


terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Matrix RESURRECTIONS Bem-vindo ao Deserto do Real

 

Em tempos de ressurreição e na dificuldade de acreditar no que é real, o que não é, acreditar na que é ciência, acreditar nos que a negam, em tempos de pessoas presas a máquinas digitais e que tomam pílulas, nestes tempos em nada melhor que rever Matrix.


Aproveitando o lançamento do IV filme da saga de Neo, minha dica é rever a trilogia, lógico, mas principalmente da leitura deste livro Matrix: bem-vindo ao deserto do real, de William Irwin, da editora Madras de 2003.


William é filosofo e professor de filosofia, reúne nesta obra outros colegas acadêmicos da área para fazer boas reflexões sobre o que é real e aquilo que sentimos e vivenciamos, muitas vezes mediado por tecnologia.


Traz vários outros grandes nomes da filosofia e teologia para analisar detalhes do filme, como o mito da caverna de Platão, conhecimento e realidade, o pensamento cartesiano e o materialismo, o budismo e a bíblia cristã, liberdade, teoria da libertação, Marx, Kant, Marcel Duchamp..... O que faz da revisão do filme mais interessante ainda.


Na primeira edição brasileira tem uma introdução do editor Wagner Veneziani Costa que estimula ainda mais a continuar a leitura. Destaco aqui um trecho deste capítulo que analisa os signos numéricos presentes no filme.

 


Outro capítulo interessante é do Charles Griswold e trata da felicidade conhecimento e ignorância, nada melhor nestes tempos. No trecho em destaque faz uma alusão à alegoria da caverna de Platão.


“Ninguém desperta a si próprio, embora possa se remexer com lembranças primitivas, como acontece com Neo, a ponto de ter a vaga sensação de não saber se está acordado ou dormindo (Morpheus pergunta a Neo se ele já se sentiu assim). Morfeu é o nome do deus grego dos sonhos. Por que o libertador de Matrix tem o nome dessa divindade? Parece estranho, afinal de contas, que aquele com a missão de acordar seja o especialista em sono. O nome do deus vem da palavra grega morphé, que significa forma; pois o deus podia conjurar no adormecido todos os tipos de formas.” Griswold pág 158.



“A maioria das pessoas não está pronta para ser libertada” Morfeu.





Se interessar tem aqui neste blog outra resenha ligada a Matrix que aparece no início do filme quando Neo está lendo, BAUDRILLARD, JEAN Simulacros e Simulação Coleção: ANTROPOS Editora: RELOGIO D'AGUA, 1991. 

https://www.blogger.com/blog/post/edit/3169773127506169612/4044253184452757062







sábado, 12 de dezembro de 2020

Economia criativa. Design&consumo colaborativo. L I V R O


As máquinas de escrever acabaram, os cursos de datilografia acabaram, os professores também, mas o número de teclados e pessoas datilografando só aumentou.

Você já deve ter se perguntado: está na hora de mudar? tenho que ressignificar minha vida ou minha empresa? 

Pode acreditar, essa dúvida é da grande maioria.

Apresento meu novo livro, Economia criativa na prática traz relatos da aplicação de teorias sobre este novo modelo econômico nos meus projetos, e seus resultados. É uma experiência de de mais de vinte anos, estudando, lendo e visitando cidades, escritórios de arquitetura e interiores, e escolas pelo mundo para entender e interpretar este novo movimento. Apresento esta economia a partir da criatividade do mundo do design e do consumo, associados no título pelo & comercial, e principalmente pelo novo método de trabalho criativo: o colaborativo. Durante muitos séculos a criatividade esteve associada ao ser brilhante, que tinha um estalo impulsivo e criava coisas brilhantes. Bem, o mundo mudou e hoje esta interação com a diversidade faz parte do processo criativo.

O mundo ficou hipercomplexo, tudo muda a todo momento por isso devemos estar preparados para o inesperado e a criatividade é o fator potencial para conseguir algo novo, e quando este novo está inserido na economia gera empregos e ativa o mercado local.

Devemos compreender consumo como uma disciplina focada no ser humano e junto com o design nos orientar a um futuro sustentável. Onde a desmaterialização, o pensamento não linear e o crescimento exponencial, ligados à tecnologia digital, trazem uma nova forma de compreender nossas vidas.

Aqui a colaboração passa a ser o melhor método para encontrar os melhores resultados, ter uma vida de coexistência com as diversidades, amplificando o engajamento para gerar impacto social positivo.

Tudo isto que a teoria vem debatendo já está sendo colocado em prática, temos bons exemplos no mundo todo e aqui no Brasil.

Então respondendo a sua pergunta, sim você deve mudar e começar já.

O livro apresenta a importância de se reinventar, de ressignificar o que fazemos, de buscar o significado de nossas vidas e como design ajuda nisso. Entender de fato o que fazemos para definir o conceito que pode nos manter ativos na economia.

A criatividade como fator potencial para conseguir algo novo e, que este novo possa estar inserido na economia; Arquitetura e design de interiores como promotores da economia criativa e do mercado local; Estar preparado para o inesperado, pois o mundo muda a todo momento, os próximos anos serão muito diferentes dos passados; A colaboração como método para encontrar os melhores resultados e uma vida de coexistência com as diversidades, amplificando o engajamento para gerar impacto social;

A importância da visão de futuro, para ver oportunidades só é possível se entendermos que vivemos num mundo hiper complexo;

A compreensão de consumo como a disciplina que junto com o design nos orienta a um futuro sustentável.

Quem quiser adquirir direto com a editora Demais pelo instagram @demaiseditora , facebook ou site http://www.demaiseditora.com.br/

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A Vida é colorida - Irene Torre e o Wabi-sabi


Com o tempo, as cores “desbotam”, perdem sua intensidade, e a incidência do sol faz algumas cores desaparecem por completo. O que aprendemos com isso? Que as cores também contam histórias de vida. Nós nos acostumamos, equivocadamente, a pintar constantemente nossas vidas e a encobrir, assim, as marcas do tempo. A filosofia zen-budista Wabi-sabi mostra-nos que as marcas do tempo não precisam ser apagadas. Rugas, fissuras, materiais desgastados, enferrujados e nossos cabelos brancos são importantes para nos mostrar o tempo de vida.

Essa filosofia tem como princípio enaltecer as marcas do tempo, mesmo que nos traga recordações tristes – e estas são importantes, pois fizeram parte de nossas vidas. Nessa filosofia, quando um vaso se quebra é reparado com uma liga de ouro. Dessa forma, preservamos o objeto, destacamos as áreas quebradas que passam a ser mais valorizadas pelo ouro.

Nessa filosofia, Irene encontrou sustentação para as ideias que a vida a ajudou a encontrar: nos vasos quebrados pelo caminho, nas marcas que surgiram nos tecidos. Assim, assumiu seus cabelos brancos, suas rugas, suas recordações felizes e amargas e começou a organizá-las. 

Deixa muitas marcas, coloriu muitas vidas e nos deixa a obrigação da continuidade, de continuar a colorir nossa cidade, nosso país, nossas vidas.

Eu farei isso, e sei que muitos amigos virão juntos.

Allons de l'avant colorer la vie...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Brasília História e Estórias

Brasília História e Estórias





Eduardo Kneese de Melo auxiliou Oscar Niemeyer na construção de projetos renomados para a Capital Federal
O livro escrito por Eduardo Kneese de Melo, editado e publicado pela Demais editora, uma empresa do Mais Grupo, conta a história de Brasília desde seu início, na era do planejamento.
O autor, primeiro presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) em São Paulo, entre 1943 e 1949 trabalhou na equipe de Oscar Niemeyer, ao lado de outros profissionais como Ulhoa Cavalcanti e Zenon Lotufo, Kneese de Melo participou da  construção de Brasília além da execução do projeto do Parque do Ibirapuera, inaugurado em 1954 na cidade de São Paulo.


editora: Demais F: 5097342
ano: 1992
estante: Arquitetura
peso: 300g
Ilustrado. 77p. Formato 15x15cm.

Tive a sorte de encontrar grandes homens, como Eduardo Kneese de Mello, fundador do IAB e como ele gostava de se apresentar "carteirinha 01 do IAB - Brasil " motivo pelo qual muitos o apresentavam como o primeiro Arquiteto Brasileiro.
Foi meu professor e amigo, com quem compartimos muitas conversas, até o último dia.
Estava escrevendo sobre sua história na construção de Brasília.
Convidou seu amigo Oscar Niemeyer a vir a São Paulo, (de carro), para conversar com os alunos na antiga Faculdade Farias Brito (Universidade de Guarulhos), onde estudei e na época era professor.
O país estava iniciando o processo de "abertura" política.
Oscar foi de uma gentileza única, fazendo uma das melhores palestras que vi na minha vida.
Tinha me solicitado, para sua apresentação, apenas folhas de papel em branco grandes, e ali num Flip Chart, dedicou-se por uma hora a falar e desenhar.
Não parou de desenhar enquanto falava. Todos esses desenhos foram doados à Universidade.
Saímos para almoçar e mesmo sendo um jovem curioso, mal conseguia abrir a boca para interromper a conversa e as histórias de dois grandes Mestres.
Nunca mais me esqueci dessas palavras, e hoje repito muitas delas na minha aula e palestra de brasilidade, que encanta os jovens.
Numa rara pausa consegui solicitar ao Niemeyer que escrevesse uma pequena apresentação sobre o Keenese para um possível livro que ele estava escrevendo, e que eu o estava ajudando. Disse que pelo menos faria a capa com uma ilustração de sua obra, mas que não sabia como faríamos para editar o livro, que era um sonho e que Kneese merecia registrar essas histórias.
Niemeyer me respondeu "na vida tudo é feito com paixão e amor" e fez seu depoimento ao kneese de próprio punho com sua letra peculiar.
Ele tinha razão: tempos depois abrimos uma editora (Demais) apenas para lançar o livro do Keenese, o desenho da capa é meu e na contra capa o texto de O. Niemeyer. Todos ficamos felizes.
Foi um tempo que as conversas eram mais importantes que as fotos.
Por sorte uma amiga registrou o encontro com esta única foto que tenho, e por sorte a Meire a guardou, e a Ceci a encontrou.
A conversa, está na minha cabeça.



Eduardo Kneese de Mello, Oscar Niemeyer, Alvaro Guillermo

QUAL É A TUA OBRA?


QUAL É A TUA OBRA? - INQUIETAÇÕES PROPOSITIVAS SOBRE A ÉTICA, LIDERANÇA E GESTÃO - Mario Sergio Cortella


“A idéia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra... Enxergar um significado maior na vida aproxima o tema da espiritualidade do mundo do trabalho”.Depois do sucesso de “Não Nascemos Prontos” e “Não espere pelo epitáfio” Mário Sergio Cortella publica um texto envolvente sobre as inquietações do mundo corporativo. Neste livro, o autor desmistifica conceitos e pré-conceitos, e define o líder espiritualizado, como aquele que reconhece a própria obra e é capaz de edificá-la, buscando incessantemente o significado das coisas.

  • Editora: VOZES



  • Ano Edição: 2007
  • Qtde. Páginas: 144
  • ISBN: 8532635792
    ISBN-13: 9788532635792




Novas fronteiras do design gráfico



Novas fronteiras do design gráfico

Organizadoras: Gisela Belluzzo e María Ledesma
Este livro nasceu de um Encontro em Buenos Aires, em outubro de 2009, na UBA (Universidade de Buenos Aires) proposto para discutir as Novas Fronteiras do Design Gráfico. Aqueles que foram ao Encontro, a grande maioria argentinos – professores e designers da FADU (Faculdad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo) da UBA, concordaram gentilmente em tornar suas falas palavras. Para coroar o Encontro e dar forma a esta publicação convidamos designers e professores brasileiros para colaborar com suas pesquisas e inquietações, resultando, no total, em quatorze textos. A proposta inicial de discutir o gráfico extrapolou essa vertente do design, testemunhando a ampliação das fronteiras, momento em que estamos indiscutivelmente vivendo em praticamente todas as áreas do conhecimento. As contribuições, materializadas em artigos com os assuntos e temas mais caros a cada um dos articulistas servirão, sem nenhuma dúvida, de parâmetro, para nos conhecermos melhor: brasileiros e argentinos. Servirão também para mostrar as inquietações, pesquisas e idéias de pessoas que têm o design como ofício, seja na âmbito da pesquisa, do ensino e da prática, ou tudo a mesmo tempo.


As discussões trazidas pelos textos foram configuradas em quatro partes, com os seguintes artigos e autores:
Parte II
Design, projetos e processos

Design, inovação e visão de futuro ...........................................................................91
Alvaro Guillermo




ISBN: 9788560166-38-1 
Ano de publicação: 2011 
Medidas do livro: 24 x 17 cm 
Nº de páginas: 200


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

BEM-VINDO AO SEU CÉREBRO

BEM-VINDO AO SEU CÉREBRO
Autor(es): Dr. Sam Wang Dra. Sandra Aamodt, Editora: Cultrix Páginas: 256



PRÊMIO LIVRO DE CIÊNCIA DO ANO - 2009 - Associação Americana para o Avanço da Ciência Usamos o cérebro em todos os momentos da nossa vida, e somente umas poucas pessoas têm idéia de como ele funciona. Muito do que pensamos saber a respeito dele vem da cultura popular: que usamos somente 10% do nosso cérebro ou que beber mata suas células. Cientistas provaram que essas e outras crenças sobre o cérebro estão erradas. Mais surpreendente ainda é que o que os cientistas têm descoberto sobre esse órgão complexo é praticamente desconhecido fora dos seus laboratórios. Dois proeminentes neurocientistas explicam agora as pesquisas que estão por trás das questões que são vistas nas manchetes ou debatidas nas reuniões sociais. Ouvir Mozart realmente faz com que o seu bebê fique mais inteligente? Os homens são melhores em matemática do que as mulheres? Estudar na véspera da prova ajuda você a se preparar para ela? Cada capítulo deste livro fascinante está repleto de fatos divertidos e surpreendentes. Você sabe por que camundongos não gostam de Coca-Cola diet? Ou que menos de 5% dos mamíferos são monogâmicos? Finalmente, Bem-vindo ao seu Cérebro é também um guia útil para você cuidar do seu próprio cérebro. Estas páginas vão revelar a você como lidar com o jet lag, quando se preocupar com a possibilidade de um derrame e como manter seu cérebro saudável à medida que envelhece. Sandra Aamodt e Sam Wang mostram não só como seu cérebro funciona, mas como você pode fazer com que ele funcione melhor. Com uma linguagem acessível e espirituosa, brilhantes ilustrações e dicas práticas e divertidas, Bem-vindo ao Seu Cérebro é o guia perfeito para qualquer ser pensante.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Livro Novas Fronteiras do Design

Lançamento do livro Novas Fronteiras do design gráfico dia 24 de maio, uma terça feira, das 18:30 às 21:30h, na Livraria da Vila, na Vila Madalena , Rua Fradique Coutinho 915, térreo, São Paulo. Organizado pela Profa. Dra. Gisela Belluzzo de Campos, conta com um artigo meu sobre Design, inovação e visão de futuro.


terça-feira, 8 de março de 2011

Branding: Design e estratégias de marcas


Ficha técnica:
Título: Branding: Design e Estratégias de Marcas
Autor: Alvaro Guillermo
Editora: Demais Editora
Páginas: 102
1ª Edição – 2007

ISBN: 978-85-60078-01-1


Nesse novo contexto histórico, em que as identidades e as relações mais humanizadas ganham valor, as marcas serão ponto chave para estratégias de sobrevivência da empresas. Neste livro, Alvaro Guillermo apresenta o significado desse universo, de forma simples e clara, visando orientar todos os interessados no assunto, principalmente empresários que desejam iniciar um trabalho de fortalecimento de suas marcas. De forma didática, o livro elucida a importância do planejamento e organização dessas estratégias, em que o Design desempenha papel fundamental. O autor explica maneiras de como projetar e administrar as marcas, etapas primordiais das estratégias de Branding, e todo o público que o envolve. Propõe "dicas" para o início do trabalho de Design estratégico, como ele mesmo define. Além de um capítulo dedicado à relação entre as marcas e os ambientes comerciais, que é hoje um fator imprescindível para os bons negócios: pensar a marca no Ponto de Venda (PDV), ampliando esta relação para a importância dos ambientes multisensoriais.

onde comprar: demais editora


Empreendedorismo, Estratégia, Marketing e negócios

Pequenos também devem investir em branding


As marcas passaram a exercer um papel ainda mais importante em um mundo de mercados globalizados e novas tecnologias da informação. As relações com os produtos e objetos sofreram alterações consistentes. Pode-se dizer que as marcas nesse novo contexto histórico são o ponto-chave para estratégias de sobrevivência das empresas.

E de que maneira empresários e designers devem projetar e administrar as marcas? Perguntas como essa encontram respostas no livro Branding Design e Estratégias de Marcas, de Álvaro Guillermo, lançado pela Demais Editora.

O livro ajuda principalmente o pequeno empresário a encontrar exemplos que demonstram os benefícios da marca e de uma boa assessoria profissional nessa área.

Assim como desenvolvem seus planejamentos estratégicos, seus planos de marketing e de comunicação, as empresas devem criar suas estratégias de marca. Segundo Guillermo, “estratégias de marca permitem preservar a identidade, mesmo com proprietários e administradores de perfis diferentes. Ajudam, por exemplo, a profissionalizar empresas familiares, estabelecem ações de médio e longo prazo”.

No entanto, é importante saber que projetos estratégicos de marcas são de longo prazo. Além disso, é preciso conhecer o passado, ter ações claras para agir no presente e preparar os cenários para colher resultados no futuro.

Guillermo é arquiteto, designer e mestre em Educação, Arte e História da Cultura. Seu livro é útil para profissionais de propaganda, mas tem o foco nos empresários, inclusive de pequenas e médias empresas. A publicação traz exemplos vividos e realizados pelo escritório Arte In, no qual Álvaro é diretor. Apresenta também cases que ajudam a entender o mercado.

Segundo o autor, “num mundo globalizado, as diferenças se aproximam e, cada vez mais, nos parecemos com os outros. Chegamos a padrões que pasteurizam nossas vidas. Por isso, é preciso cuidar bem da marca e conhecer bem seus diferenciais, aquilo que faz sua empresa ser singular. Seja diferente mas não tente ser o que não é. Utilize sempre a verdade”. É uma boa lição.


Fonte: Radar Sebrae
http://www.radarsebrae.com.br/post_detalhe.aspx?codPost=90

Movel Moderno no Brasil

 










comentário publicado no site da autora: http://www.closchiavo.pro.br/site/publications.html

Móvel Moderno no Brasil
(Brazilian Modern Furniture)
Author - Maria Cecília Loschiavo dos Santos
Publisher - Studio Nobel/EDUSP
Date published - 1995 - 200 pages
Book about the history of Brazilian Furniture Design in the 20th century


"Móvel Moderno no Brasil é um trabalho sério de pesquisa da formação do móvel moderno brasileiro, mas também um esforço de compreensão deste fenômeno tão pouco estudado entre nós. Nesse particular, o livro de certo modo resgata o caráter cultural, estético do móvel, em meio aos problemas técnicos e comerciais, traçando uma perspectiva que vem desde as origens do móvel moderno brasileiro, nos anos 20, até as realizações mais independentes dos anos 60 a 80. Este livro nos proporciona uma visão sintética e esclarecedora da história do nosso moderno mobiliário".
Ferreira Gullar




O Sistema Dos Objetos

O Sistema Dos Objetos

Coleção: DEBATES, 70
Autor: BAUDRILLARD, JEAN
Editora: PERSPECTIVA
Assunto: FILOSOFIA
Este livro volta-se para o mundo da cultura por meio do objeto, estudando-o em sua dupla condição, de instrumento e de signo e transita pela publicidade e arquitetura, surpreendendo sentidos ocultos no ambiente doméstico e nos objetos cotidianos.

A Sociedade De Consumo

Sociedade De Consumo, A

Autor: BAUDRILLARD, JEAN
Editora: EDIÇOES 70 - BRASIL
Assunto: CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA

A presente obra de Jean Baudrillard constitui uma contribuição para a sociologia contemporânea. Nela, o autor procede uma análise daquilo que constitui um dos fenómenos mais característicos das sociedades desenvolvidas da segunda metade do século XX, mostrando de que forma as grandes corporações tecnocráticas suscitam desejos irreprimíveis, criando hierarquias sociais que substituíram as antigas diferenças de classes. O consumo, na qualidade de mito tribal, transformou-se, segundo o autor, na moral do mundo contemporâneo.

Simulacros e Simulação


BAUDRILLARD, JEAN Simulacros e Simulação Coleção: ANTROPOS Editora: RELOGIO D'AGUA, 1991
'Simulacros e simulação', escrito em 1981, mantém-se como um dos mais inovadores livros de Jean Baudrillard, sociólogo e filósofo francês de reputação internacional. Nesta obra, e através de exemplos dos novos centros de espetáculos, hipermercados, acidentes nucleares e novas tecnologias, Baudrillard aborda questões a partir do tema proposto pelo título. A imagem fotográfica afasta ou atrai a população da realidade? A questão foi levantada por Baudrillard em São Paulo, em 2000, num seminário sobre imagem e violência. Ajudou a inspirar os irmãos Wachowski na trilogia filmográfica de Matrix.

Senhas


BAUDRILLARD, JEAN.Senhas. DIFEL (BRASIL) 2001
Neste livro, Jean Baudrillard reúne os principais conceitos filosóficos de sua obra e analisa as ligações existentes entre os grandes movimentos sociais e a obsessão contemporânea pela produção. O autor faz um contraponto entre elementos como a virtualização do nosso mundo, as mistificações do valor de mercado, o caráter pródigo da troca simbólica e a reversibilidade do destino. 'Senhas' reabre o espaço tanto à liberdade de criação e expressão, quanto ao saudável ato de pensar.